Foco em aquisição, burocracia e falta de dados sobre o consumidor são problemas que tornam o SAC ineficiente. As empresas não estão nos mesmos canais que os clientes e não conseguem acompanhar as mudanças rápidas que a Internet, as redes sociais e as novas tecnologias trazem aos consumidores todos os dias.

Isso provoca um efeito dominó, que faz com que os consumidores criem aversão às centrais de atendimento. Pegar o telefone para resolver um problema virou sinônimo de se amarrar em mais um problema.

Afinal, para que serve o SAC? É uma ferramenta para (tentar) solucionar a grande demanda de dúvidas, solicitações e reclamações de seus clientes ou o jeito mais indicado para desenvolver um relacionamento com a base?

A segunda opção leva a um negócio longevo e próspero. O SAC perde todo o seu potencial gerador de receita (sim, receita) quando é enxergado como uma máquina de atender solicitações, como custos obrigatórios. Alguns dados podem te ajudar a entender melhor essa realidade:

Adquirir um novo cliente pode custar até 14 vezes mais do que manter um atual na base;
Quando o atendimento é ruim, 68% das pessoas desistem da compra ou não voltam;
46% dos consumidores que tiveram experiências negativas com o SAC contam a 10 ou mais pessoas;
23% dos consumidores que tiveram experiências positivas com o SAC contam a 10 ou mais pessoas.
Não dá para ignorar o impacto positivo que é ter 23% de seus consumidores bem atendidos espalhando a boa nova para mais de 10 pessoas. Mas, imagine só a conta quando estamos falando do impacto negativo que é ter 46% de seus consumidores falando mal para mais de 10 pessoas?

A construção de relacionamento, direta e indiretamente, tem o poder de reduzir custos e gerar lucro. Se o relacionamento com clientes estiver no centro da atuação de uma empresa, planejada para crescer em relacionamento tanto quanto cresce em vendas, os resultados podem ser surpreendentes.

O desenvolvimento de um relacionamento com clientes não é uma tarefa simples, mas é muito gratificante.

Black-Friday

O faturamento do comércio eletrônico durante a Black Friday no Brasil chegou a 1,16 bilhão de reais neste ano, disse a empresa de informações sobre comércio eletrônico E-bit nesta segunda-feira, ligeiramente abaixo do previsto e guiado sobretudo pela alta do valor médio das compras.
O montante representa um avanço nominal de 51% sobre o resultado obtido no evento no ano passado, ante projeção inicial da E-bit de um aumento de 56%.

Na sexta-feira de descontos generalizados na Internet, foram feitos 2,2 milhões de pedidos online, bem abaixo da estimativa de 3,37 milhões. Por outro lado, o tíquete médio de compra subiu 32% sobre um ano antes, a 522 reais, ante projeção inicial da empresa de pesquisas de um patamar bem mais baixo, de 355 reais.

"A elevação do tíquete médio foi reflexo do aumento da confiança na data pelo consumidor", disse o diretor-executivo da E-bit, Pedro Guasti, que avaliou que o evento atingiu expectativas.

O desempenho final da Black Friday vem a público em um momento em que varejistas projetam um Natal fraco diante do encarecimento do crédito, inflação em alta e perspectivas ainda incertas para a economia, combinação que vem fazendo o consumidor manter a carteira no bolso.
A expectativa é que a temporada de compras de fim de ano, a mais importante do ano, mostre um avanço de vendas menor que o apresentado em 2013, no que será, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o ritmo mais tímido da última década./REUTERS

Foram registrados mais de 2 milhões de pedidos na Black Friday 2014. Na busca pela melhores ofertas, usuários aumentam em quase 500% acesso ao site do Buscapé. As ofertas atraíram 1,2 milhão de consumidores em todo o País, sendo que 18% desse público realizaram sua primeira compra online A Black Friday deste ano no Brasil resultou num faturamento de R$ 1,16 bilhão, o que representa um crescimento nominal de 51% em relação a 2013. A informação é da E-bit e refere-se às vendas realizadas somente na sexta-feira (28). Se formos considerar também as compras efetuadas na véspera, o valor chega a R$ 1,4 bilhão, 51% maior que o ano anterior, já que muitas das ofertas estavam no ar desde quinta-feira, ação que atraiu muitos consumidores por antecipação. - Leia mais em http://www.profissionaldeecommerce.com.br/e-commerce-cresce-51-na-black-friday-2014/

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Confira aqui 7 dicas infalíveis para vender pela Internet.

O brasileiro é um empreendedor nato. A prova disso é que a cada ano crescem o número de novas empresas abertas no país. Segundo pesquisas realizadas neste ano de 2014 pelo Sebrae em parceria com a FGV, sete em cada dez brasileiros estão empreendendo. Isso significa que não faltam oportunidades, basta você prestar atenção no mercado. A internet, por exemplo, é um poderoso canal para se fazer negócios. Ter uma loja virtual significa estar de portas abertas para milhões de consumidores em todos os cantos do planeta. Mas é preciso conhecer os segredos para não desperdiçar seu tempo e dinheiro.

 

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Solenidade na ACIEG marca o lançamento do programa, que vai capacitar micro e pequenos empresários para a utilização da internet como ferramenta de negócio

Com a intenção de potencializar, fomentar e promover as micro e pequenas empresas goianas no mercado digital, a Secretaria de Indústria e Comércio - SIC, em parceria com a Associação de Jovens Empreendedores e Empresários de Goiás – AJEGoiás e SEBRAE lançarão, em solenidade no auditório da ACIEG, o projeto Minha Empresa Digital.

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Sobre o projeto

O Programa Empresa Digital vem potencializar, fomentar e promover as micro e pequenas empresas goianas no mercado digital. O projeto tem uma proposta moderna e atual, aliando capacitação e acompanhamento.

A iniciativa é da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação (SED) com o objetivo de capacitar empreendedores para a utilização da internet como ferramenta, aumentando suas oportunidades de negócios de forma sustentável.

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